Grupo Interinstitucional de Comunicação e Educação em Saúde de Santa Catarina 

I Encontro Estadual de Comunicação e Educação em Saúde criou o GICES-SC
Reunidos no I Encontro Estadual de Comunicação e Educação em Saúde,  no Centro de Desenvolvimento de Recursos Humanos em Saúde (CEDRHUS) em São José, Santa Catarina, Brasil, de 30 de junho a 2 de julho de 1999, mais de 30  profissionais de saúde refletiram sobre a problemática de comunicação e educação em saúde no Estado de Santa Catarina aprofundando o referencial teórico-metodológico-conceitual sobre estes temas, elaboraram diretrizes para uma proposta de ação integrada de educação em saúde no Estado e definiram a criação de um grupo interinstitucional para dar encaminhamento à proposta. O evento contou com exposições de professores e profissionais especializados, seguidas de debates e trabalhos em grupo. 

Veja quem participou do encontro 
que criou o GICES-SC

Quais os objetivos do GICES-SC

O  que foi debatido no encontro
A educação deve buscar a transformação
Educadora Ana  Tania Sampaio defende a educação em saúde como  instrumento de construção da cidadania
O profissional não pode ser um mero informante
Reunidos em grupos de trabalho, técnicos concluem que faltam mobilização institucional, sentimento de equipe e planejamento de capacitações para o profissional do setor
Qual é a política de comunicação do Governo?
Para Maria José Baldessar, muitas vezes a repartição só pensa em  colocar o dirigente no jornal 
É preciso repensar o papel do comunicadores 
Técnicos querem comunicadores das instituições articulados com os educadores  fazendo promoção social
Construir  conhecimento somando saber popular com o saber técnico
Esta é uma das diretrizes definidas pelo grupo interinstitucional catarinense 
Ação deve se basear nas leis do SUS
A legislação do Sistema Único de Saúde deve subsidiar a prática da ação educativa
  A imagem da saúde

"Não podemos ser hipócritas. Para discutir AIDS, 
precisamos falar da sexualidade"
Se não nos 
despojarmos 
dos preconceitos,
continuaremos reprimindo a população.
A opinião é de 
Arlindo 
Gomes, 
da Fiocruz
Que educação  fazer?


"O jeito que se organiza a sociedade determina doença e morte"
Professor Marco Da Ros diz que não podemos ficar presos à  visão biológica do processo saúde-doença e sim  estudar suas determinantes sociais