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Grupo Interinstitucional de Comunicação e Educação em Saúde de Santa Catarina
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MODELO ECONÔMICO E O SUS
Sobre a “Receita do Banco Mundial” e a “Reforma do Estado” no Brasil e o SUS, o neo-liberalismo transforma a saúde e a vida em mercadorias e, assim tratadas, pela ótica do economicismo desvinculado dos valores humanos. As pessoas são vistas como planilhas de custo e o que importa é a acumulação e concentração do capital. Desprezando e virando as costas para as recomendações das últimas Conferências Nacionais de Saúde. O Governo FHC tem sido um fiel cumpridor das orientações do Banco Mundial, expressas no relatório de 1993 – Investimento em Saúde”. Tal receita pode ser identificada, resumidamente, nos seguintes pontos: a) Transferência dos serviços públicos potencialmente lucrativos ao setor privado; b) Concentração da ação direta do Estado em programas de baixo custo e voltado para as populações pobres; c) Ampliações dos recursos dos “planos de saúde” pelas camadas médias da população, submetidos a uma certa “regulação” para refrear um pouco a voracidade das empresas do setor.Dados do Relatório Final da XI Conferência Nacional de Saúde.