Grupo Interinstitucional de Comunicação e Educação em Saúde de Santa Catarina 


 

GESTÃO DE RECURSOS: ATENDENDO AS NECESSIDADES SOCIAIS E AVALIANDO RESULTADOS
 

Dr. Gilson Caleman
Diretor Técnico do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Marília

Dr. José Ênio Servilha Duarte
Secretário Municipal de Saúde de Marília -  SP


I – INTRODUÇÃO

O suporte legal dado pela Constituição, Leis nº 8080 e 8142, as NOB 01/90 e 01/96, e o compromisso político dos setores da saúde e da população criaram as condições para implantação efetiva do Sistema Único. Nestes últimos anos o processo de descentralização avançou de maneira decisiva, atingindo quase a totalidade dos municípios brasileiros, possibilitando a efetiva gestão descentralizada dos recursos, e o alcance de resultados positivos no que se refere ao planejamento das ações de saúde; o aperfeiçoamento da gestão; controle e avaliações das ações e serviços de saúde; aperfeiçoamento do sistema de informação; a mudança do modelo assistencial; maior controle social sobre o sistema de saúde; e por último o impacto positivo na saúde da população com melhora da equidade e da qualidade do sistema.

No entanto, algumas dificuldades podem ser notadas principalmente no que se refere ao aperfeiçoamento do processo de gestão, controle e avaliação e maior visibilidade dos gastos em saúde pelos Fundos Nacional, Estaduais e Municipais de Saúde. Tais dificuldades e as possibilidades de superação dos mesmos serão motivo de discussão deste artigo.

II – A SITUAÇÃO ATUAL

Ao se analisar o relato da situação da gestão nos diversos estados e municípios constata-se que algumas dificuldades são encontradas em relação a:

1.   Perda da identidade das Secretarias Estaduais de Saúde no que se refere ao seu novo papel no sistema, devendo estar mais voltado para regulação, cooperação e não para execução de serviços;

2.   Não implantação efetiva da Programação Pactuada e Integrada (PPI) dificultando em alguns estados e municípios a melhor eficiência da gestão da rede, do acesso da clientela e dos recursos financeiros gerando conflitos entre os municípios polos e outros municípios pela falta de coordenação das Secretariais Estaduais de Saúde e da PPI (Programação Pactuada e Integrada);

3.   Controle (regulação) insuficiente do sistema de acesso da clientela da rede básica e Programas de Saúde da Família à rede secundária e terciária pela não implantação das centrais de regulação;

4.   Partes dos municípios esperam respostas paternalistas tanto da Secretaria de  Estados de Saúde e do Ministério, mantendo a tutela sobre suas responsabilidades;

5.   Insuficiência de recursos humanos capacitado e falta de políticas de capacitação dos recursos humanos existentes;

6.   Os sistemas de controle e avaliação implantados ainda mantém o estilo cartorial e burocrático do modelo anterior;

7.   Gestão centralizada na Secretarias da Administração e da Fazenda (estaduais e municipais) (em alguns casos), dos recursos dos Fundos Estaduais e Municipais de Saúde;

8.   Os planos de saúde e os relatórios de gestão passaram a cumprir funções burocráticas e cartoriais. No entanto, são instrumentos potentes de gestão e de visibilidade tanto para os Conselhos de Saúde quanto à população;

9.   Conselhos  de Saúde pouco representativos e efetivos pela não capacitação dos conselheiros e algumas vezes por tutela dos poderes públicos locais;

10. Excesso de normatização, principalmente por parte do Ministério da Saúde, com excesso de portarias sobre diversos assuntos, dificultando o cumprimento das normas;

11. Não organização do sistema de referência, sendo que muitas vezes a lógica da atenção obedece às necessidades dos prestadores (públicos e privados) e não da população e do sistema;

12. O sistema de avaliação de resultados (impacto) não faz parte da agenda de muitos municípios  e estados;

13. Execução das ações de Vigilância Sanitária e Epidemiológica de maneira centralizada (Secretarias Estaduais de Saúde).

É importante destacar que a qualidade dos problemas relatados são decorrentes do próprio processo de descentralização, e portanto superáveis a partir do aperfeiçoamento do mesmo processo.

Por outro lado algumas iniciativas exitosas de gestão estão sendo implementadas, tais como:

1.       Implantação de estratégias em alguns estados e municípios de processo de regionalização, através de microrregiões, fortalecimento das Comissões Bipartite Regionais visando aperfeiçoamento da:

-         Programação Pactuada e Integrada;
-         Implementação do sistema de informação integrado;
-         Superação do modelo hospitalocêntrico;
-         Cooperação técnica com os municípios;
-         Aperfeiçoamento do sistema de referência e contra referência;

2.       Implantação de mecanismos efetivos de controle e avaliação, não cartoriais voltadas para quantidade e qualidade apropriadas, através de:

-     Central de Regulação como instrumento de equidade e permitindo articulação da rede básica com os níveis secundários e terciários;

-     Metodologias adequadas de auditoria dos serviços de saúde;

-     Desenvolvimento das funções de regulação de incorporação tecnológica.

Elaboração de protocolos técnicos baseados em evidência.

3.       Novos critérios de alocação de recursos, através dos planos de saúde estratégicos e gestão descentralizados dos Fundos Estaduais e Municipais de Saúde, visando:

-     Autonomia de gestão do recurso do Fundo pelas Secretarias Estaduais e municipais de Saúde.

-     Implantação de Sistema Integrado de acompanhamento orçamento / financeiro.

4.       Fortalecimento do controle social através de Conselhos Estaduais e Municipais de Saúde, garantindo a sustentabilidade e a transparência do Sistema de Saúde, através do acesso facilitado às informações sobre o perfil da utilização dos recursos orçamentários e financeiros ampliando o processo de decisão dos conselheiros;

5.       Avaliação do impacto das ações de saúde através dos indicadores de atenção primária, secundária e terciária articulados com o processo de planejamento;

6.       Mudança radical do modelo assistencial com práticas ampliadas de atenção visando a integralidade das ações, e trabalho em equipe multiprofissional, tais como:

-     Programa da Saúde da Família;

-     Internação Domiciliar;

-     Incremento descentralizado das ações de Vigilância Sanitária e Epidemiológica;

-     Articulação inter setorial.

III – ESTRATÉGIAS

A consolidação do processo de gestão descentralizada será conseguido através de esforços gerenciais e políticos para aperfeiçoar os processos de programação, controle e avaliação, gestão financeira eficiente e com transparência através dos Fundos de Saúde.

Tais processos serão instrumentos indispensáveis para o atendimento das necessidades da população e possibilidade de participação eficaz dos Conselhos de Saúde nos destinos do Sistema Único de Saúde.

III.1 – Programação Pactuada e Integrada (PPI)

A Programação Pactuada e Integrada é imprescindível no processo de integração dos Sistemas; UBS; PSF, ações de vigilância epidemiológica e sanitária e serviços de média e alta complexidade, garantindo o acesso da população, além de ser instrumento de maior transparência na alocação de recursos.

Os gestores estaduais e municipais são fundamentais no processo de elaboração do PPI. As Secretarias de Estado da Saúde devem estabelecer, em conjunto com os municípios, os parâmetros físicos e financeiros para as ações assistenciais prevista nos Planos de Saúde, além de coordenar o processo de formalização da pactuação e ordenar os fluxos inter municipais.

Os gestores municipais ao participar do PPI devem estabelecer processo de negociação entre si e com os prestadores afim de viabilizar a referência e contra referência eficiente, principalmente nos municípios que concentram os serviços de média e alta complexidade.

O Ministério de Saúde deve manter cooperação técnica ao processo de programação, no sentido de garantir o estabelecimento de referências inter estaduais (PPI a nível nacional).

É necessário que todos os gestores se esforcem para que o processo de pactuação ocorra o mais rápido possível, possibilitando maior transparência na alocação dos recursos e melhor desempenho no processo de controle (regulação) e avaliação do Sistema de Saúde.

III.2 – Controle e Avaliação

A superação do modelo anterior de controle e avaliação (ainda muito praticado) centrado em atividades burocráticas e faturamento se dará na medida que as atividades de controle e avaliação forem alimentadas pelo Plano de Saúde e pela Programação Pactuada e Integrada, as ações de auditorias operacional e analítica do sistema devem estar voltados para a quantidade e qualidade apropriadas da atenção à saúde. A regulação demanda/oferta viabiliza, em parte, a equidade e aplicação da PPI na prática cotidiana do Sistema Único de Saúde.

A)   Central de Regulação

-     A Central deve abranger as ações e serviços de saúde de média e alta complexidade da microrregião e região de saúde que exigem relação adequada entre demanda e oferta e tendo como referência a Programação Pactuada e Integrada.

-     As consultas de especialidades, os serviços de apoio diagnóstico terapêutico e os leitos de urgência/emergência devem estar sob controle da Central e portanto sob o controle do gestor, implicando em uma nova relação com os prestadores públicos e privados. As ações de saúde passam a obedecer o critério de necessidade da população e não mais dos prestadores e promovendo otimização dos recursos  de média e alta complexidade; a sistematização de mecanismos de referência e contra referência com melhoria do acesso e da qualidade técnica de atuação.

O custo de operação das Centrais de Regulação são ínfimos se comparados aos benefícios produzidos para os sistema  sendo que o maior benefício além da redução de custo, é o de implantar de fato, maior equidade no SUS.

Os setores públicos devem realizar através de políticas específicas, a implantação das Centrais de Regulação em todas regiões de saúde do país.

B)   Protocolos Técnicos

O processo de regulação da oferta / demanda passa a exigir do sistema a elaboração e implantação de instrumentos racionalizadores, com base técnico-científica. Os protocolos podem e devem ser utilizados para condições específicas ou enfermidades que exigem tomada de decisão segura, indicando passos adequados para prevenção, diagnóstico, terapia específica e recuperação, ou seja, devem proporcionar plano de trabalho detalhado para acompanhamento das diversas situações do Sistema de Saúde, com racionalização de processo, prazos, responsabilização dos diversos setores.

São diversos os aspectos a serem levados em conta na elaboração e aplicação dos protocolos tais como evidências, tempo, custo, recursos disponíveis e flexibilidade.

C)  Ações de Controle

As ações de controle devem estar compatibilizadas com o funcionamento da rede de atenção, e o processo de regulação do sistema. Os gestores municipais são os maiores responsáveis pela realização das ações de auditoria, mantendo estreita colaboração com os setroes Estadual e Federal.

Os instrumentos de controle devem estar relacionados com o(a):

-     Cadastro de rede prestadora de serviços (pública e privada);

-     Programação Pactuada e Integrada;

-     Sistema de Informação em Saúde;

-     Portarias Ministeriais, da Secretaria de Estado de Saúde e Secretaria Municipal de Saúde;

-     Integração com ações da Vigilância Sanitária e Epidemiológica;

-     Manuais do SIH e SIH/SUS;

-     Atuação dos Conselhos de Saúde, no que se refere ao seu poder de fiscalização;

-     Registros sobre a clientela cadastrada no sistema.

III.3 – Gestão Financeira

Os Fundos de Saúde instituído nos últimos anos, nas diversas esferas de governo, foram e são os instrumentos de “atuação financeira da direção do SUS”, embora seja considerada uma conta especial. (Guido Ivan de Carvalho e Lenir dos Santos); o fundo de saúde é gerido pelo gestor do SUS e está sob fiscalização do Conselho de Saúde e portanto deve ser definido como receptor único de todos os recursos destinados à saúde, não podendo haver dispersão de tais recursos visto que se tal acontecer impedirá a ação fiscalizatória mais efetiva dos Conselhos.

Apesar do suporte jurídico e da implantação dos Sistemas de Informações sobre orçamento público em saúde, o acesso e entendimento da informação pelo Conselho de Saúde não tem atingido os resultados esperados.

É necessário que os gestores informem de maneira detalhada ao Conselho de Saúde, principalmente a nível municipal o perfil de receita e despesa dos recursos financeiros repassados aos Fundos, em anexo (anexo 1), são apresentados modelos de relatórios que devem ser encaminhados mensalmente aos Conselheiros, a fim de possibilitar acesso e discussão do perfil de gasto pelos recursos.

Outro aspecto a ser destacado, é a falta de autonomia administrativa em muitos municípios e estados, as Secretarias de Saúde ficando submetidas aos procedimentos burocráticos das Secretarias de Administração e Fazenda. Não se trata aqui, de se propor a “autarquização” dos Fundos de Saúde, no entanto é necessário que a gestão dos recursos financeiros fique submetida à autoridade sanitária, com fiscalização efetiva do Conselho de Saúde.

III.4 – Avaliação de Resultados

A grande transformação gerencial no SUS está ainda por vir, e somente se concretizará quando se incorporar na gestão do Sistema a avaliação sistemática dos resultados (impacto) do sistema, pois a partir dos resultados que se legitima o processo de intervenção para a qualidade na atenção à saúde.

Muitas vezes até se utiliza alguns indicadores para constatar as a realidade de saúde, no entanto, poucas são as ações desenvolvidas no sentido de alterá-las positivamente.

Não é possível somente preocupar-se com a equidade e qualidade do Sistema Único de Saúde, é necessário lançar mão de instrumentos que garantam as respostas às necessidades da população.

Os instrumentos que garantem a avaliação de resultados são conhecidos porém pouco utilizados, entre eles:

A) Planos de Saúde

Os planos de saúde devem ser pautados pelo planejamento estratégico, levando em conta a realidade epidemiológica do município e devem conter obrigatoriamente os resultados esperados de todas as ações a serem realizadas.

B)   Relatórios de Gestão

Os relatórios de gestão devem guardar relação estreita com as prioridades definidas no Plano de Saúde, e relatar quais as modificações impostas à realidade de saúde.

A avaliação de resultados é o caminho mais adequado para a avaliação de qualidade e de alteração do processo de atenção, onde se localiza a grande maioria dos problemas dos sistemas e dos serviços de saúde.

É necessário dizer que não existe dificuldades de ordem metodológica para se avaliar resultados, o que existe são dificuldades de ordem técnica e política, pois é a partir da análise dos mesmos é que se dá a verdadeira transparência do SUS.

C)  Seleção de Indicadores de Resultados

A utilização dos indicadores quantitativos e qualitativos de resultados é útil para estabelecer estratégias de intervenção e reorganização do sistema, além de ser instrumento eficaz no processo de controle social do sistema de saúde.

Considerando que o impacto de algumas ações de saúde dependem do tempo em que são operados, é necessário que os Sistemas de Informação sejam de fácil acesso e contenha dados do processo de atenção.

A correlação entre resultados observados e resultados esperados permite elucidar as razões que permitirá ou não atingir os impactos positivos.

Enfim, será necessário um esforço técnico e político do Ministério da Saúde, dos Estados e dos Municípios e dos Conselhos de Saúde que os instrumentos aqui discutidos sejam implantados a fim de se aperfeiçoar em curto espaço de tempo, o processo de gestão tornando-a mais eficiente e eficaz, e demonstrando na prática (para quem tem dúvida) que o SUS é o melhor Sistema para toda a população brasileira.
 
 

Bibliografia:

Caleman, G; Moreira, M.L.; Sanchez, M.C. – 1998 – Auditoria, Controle e Programação de Serviços de Saúde – Série Saúde e Cidadania – IDS / NAMH – USP.

Campos, G.W.S. – 1991 – A Saúde Pública e a Defesa da Vida – Hucitec – São Paulo.

Carvalho, G.I., Santos Lenir – 1992 – Sistema Único de Saúde – Hucitec – São Paulo.

Gomes, E.G. – 1989 – Marco Conceptual e Considerações Metológicas de Qualidade da Atenção à Saúde – OPAS – Washigton – D.C.

Mendes, E.V. – 1998 – A Organização da Saúde no Nível Local, Hucitec – São Paulo.

Ministério da Saúde – 1996 – Saúde da Família: uma estratégia de organização de serviços de saúde – Brasília – D.F.

Secretaria de Estado da Saúde do Paraná – 1997 – Manual de Funcionamento das Centrais de Leito e Informações Complementares – Curitiba – mimiografado.

Secretaria do Estado de Saúde – 1997 – Manual de Preenchimento de Ficha Cadastral do Estabelecimento de Saúde – São Paulo.
 
 

ANEXO I - Modelos

Prefeitura Municipal de __________________________________________________
Secretaria Municipal de Saúde
Fundo Municipal de Saúde

Pagamentos dos prestadores de serviços / SUS
Atendimento ambulatorial
Competência                              / 2000

  Nº da conta Valor R$ Dia / pagamento
Prestador A      
Prestador B      
Prestador C      
Prestador D      
Prestador E      
  TOTAL    

 
Prefeitura Municipal de __________________________________________________
Secretaria Municipal de Saúde
Fundo Municipal de Saúde

Pagamentos dos prestadores de serviços / SUS
Internações Hospitalares
Competência                              / 2000

  Nº da conta Valor R$ Dia / pagamento
Prestador A      
Prestador B      
Prestador C      
Prestador D      
Prestador E      
  TOTAL    

 
 
Prefeitura Municipal de __________________________________________________
Secretaria Municipal de Saúde
Fundo Municipal de Saúde

Quadro demonstrativo / Atendimento / Ambulatorial / ano 2000
Pagamentos efetuados / Competência

Prestador Média
1999
Jan Fev Mar Abr Maio Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Total
Prestador A                            
Prestador B                            
Prestador C                            
Prestador D                            
Prestador E                            
TOTAL...                            

 
Prefeitura Municipal de __________________________________________________
Secretaria Municipal de Saúde
Fundo Municipal de Saúde

Quadro demonstrativo / Internações Hospitalares
Pagamentos efetuados / Competência
Ano 2000

Prestador Média
1999
Jan Fev Mar Abr Maio Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Total
Prestador A                            
Prestador B                            
Prestador C                            
Prestador D                            
Prestador E                            
TOTAL...                            

 
Prefeitura Municipal de __________________________________________________
Secretaria Municipal de Saúde
Fundo Municipal de Saúde

Movimento Financeiro / Gestão Plena
Conta nº                         Banco do Brasil

         / 2000
            De transporte – saldo Bco. Brasil     /    / 2000   R$                     C

04/09    Prestador A                                                  R$                     D
06/09    Gestão Plena / Dpósito / Této                          R$                     C
06/09                                                                      R$                     D

15/09
15/09
15/09
15/09
15/09
15/09
15/09
15/09
18/09
18/09
19/09
19/09
19/09
19/09
26/09
28/09
28/09
28/09    Saldo Atual                                                       R$                     C
 
 
Prefeitura Municipal de __________________________________________________
Secretaria Municipal de Saúde
Fundo Municipal de Saúde

RECURSOS VISA /                                 /2000

RECEITA
Saldo Banespa de     /    /2000  R$
Aplicação Banespa     /    /2000  R$
Depósito – Vig. Sanitária  R$
Credito arrecadado  R$
Total receita do mês  R$
 
 

DESPESA
Pagamentos  /             /2000  R$               X
Pagamentos Processos  R$
Diárias/Despesas c/ viagens/Alimentação  R$
Aluguéis  R$
Faixas / Adesivos  R$
Equip. Material Permanente  R$
Material de Laboratório/pesquisa/prod.  R$
Alimentação  R$
Cursos / Seminários  R$
Consertos Equipamentos  R$
Total
 R$                X
 
 

Saldo a transportar
Saldo Banespa de     /    /2000  R$

Aplicação Banespa     /    /2000  R$

Total
 R$
 
 
 

CUSTO ESTIMATIVO
Processos de compras    /      07/08/09/2000 em andamento
Informática permanente  R$

Aquisição de veículos (2)  R$

Reagentes / Consumo  R$

Tubos para Laboratório  R$

Outros consumos R$

Painéis / Campanhas  R$

TOTAL      R$
 
 
Prefeitura Municipal de __________________________________________________
Secretaria Municipal de Saúde
Fundo Municipal de Saúde

RECURSOS PAB                                   /2000

RECEITA
Saldo BCO. Brasil     /    /2000  R$
Saldo Banespa     /    /2000  R$
Aplicações Banespa FBI      /     /2000  R$
Aplicações Banespa  R$
De transporte total saldo  R$
Depósito/PAB fixo      /     /2000  R$
Depósito/PAB variável PSF      /     /2000  R$
Depósito/PAB variável PACS      /     /2000  R$
Depósito/Vigilância Sanitária    /     /2000  R$
Depósito / C. Nutricionais  R$

Total + receita do mês
 R$
 
 

DESPESA
Pagamentos Proc.           /2000  R$
Total Despesa  R$
Observ. * proc. Pagos          /2000  R$
Convênio (PA) Prestador A  R$
Convênio/PSF/Prestador B  R$
Convênio/PSF/Prestador C  R$
Medicamentos  R$
Material Méd. Odont. Cons.  R$
Material de Expediente / Escrit.  R$
Uniformes / faixas/publicidade/placas  R$
Consev. Manut. Equip. méd. odont.  R$
Cestas Básicas  R$
Equip. Material Permanente  R$
Material Expediente / Consumo  R$
Conservação Manut. Prédio  R$
Construção UBS  R$
Material de Limpeza  R$
Programas/Cursos/Palestras  R$
Total
 R$
 
 

Saldo a transportar
Saldo Bco. Brasil     /    /2000  R$
Saldo Banespa     /    /2000  R$
Aplicação Banespa / FBI  R$

Total
 R$
 
 

CUSTO ESTIMATIVO
Processos de compras    /      07/08/09/2000 em andamento
Medicamentos  R$
Mat. (consumo) limpeza  R$
Mat. Odont. (consumo)  R$
Mat. Enf. (permanente/consumo)  R$
Mat. Informática (permanente)  R$
Mat. Escritório (consumo)  R$
Mat. Odont. consumo  R$
TOTAL
 R$
 
 
Prefeitura Municipal de __________________________________________________
Secretaria Municipal de Saúde
Fundo Municipal de Saúde

Demonstrativo das Despesas / Recursos Próprios 2000

Despesas de
Custeio 
Jan Fev Mar Abr Maio Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Total
Pessoal e Obrigações                          
Despesas Util.
Pública 
                         
Locações                          
Combustíveis/
Lubrif. viagens
ambul. 
                         
Material/
expediente/esc.
                         
Manutenção
viaturas 
                         
Manutenção
Equip. 
                         
Conserv.
Manut. UBS
                         
Contribuições
Hospitais 
                         
Material
Médico/
Odontológico 
                         
Medicamentos
Outras despesas
                         
Material
Educativo 
                         
TOTAL A                          
Equipamento/
mobiliario 
                         
TOTAL B                          
Total A + B                          

 
Prefeitura Municipal de __________________________________________________
Secretaria Municipal de Saúde
Fundo Municipal de Saúde

Valores Mensais Retidos Referentes ao
Imposto de Renda / Cód. 7 / Serviços Profissionais


 
 
Ano 1998
Ano 1999
Ano 2000
Janeiro
-
   
Fevereiro
-
   
Março
-
   
Abril
-
   
Maio
-
   
Junho      
Julho      
Agosto      
Setembro      
Outubro      
Novembro      
Dezembro      
TOTAL      

 
Prefeitura Municipal de __________________________________________________
Secretaria Municipal de Saúde
Fundo Municipal de Saúde

Quadro Demonstrativo / Atendimento Ambulatorial
FAE/Fração de Atendimento Especializado (não PAB)
Prestador: SMS


 
Mês
Ano 1998
Ano 1999
Ano 2000
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro 
     
TOTAL